O PODEROSO CHEFÃO

21:14

Minha amiga Indiara trabalha em uma instituição pública aqui da cidade e eu sou apenas um estudante de Letras-Português. Oh vida cruel! Um dia de sábado comum, estudando latim com minha amiga, ela comentou que todos de onde ela trabalhava comentavam a respeito da vida sexual de seu chefe. Eu, super curioso, perguntei o nome do cabra e ela me respondeu: “Fulano de tal.”
Não deu outra: chegando a minha casa, busquei o nome do chefão no facebook, dei aquela cutucada e adicionei o cara. Para minha surpresa, ele me aceitou! Teclamos por poucos minutos, levei o papo para o lado da sacanagem e, de cara, foi recíproco! Para evitar qualquer situação chata, nem citei o nome da minha amiga naquele momento... Deixei tudo por conta do acaso. Marcamos um papo na segunda, depois da aula. Detalhe, eu estudo à noite.
“Fulano de tal” me pegou em frente à faculdade que estudo e, depois dos cumprimentos, perguntei:
– O que faremos?
– Vamos ao motel. – Respondeu-me sem nenhum constrangimento.
– Tá louco?!
Ele riu e me levou direto para o “açougue”.
Chegando lá, o chefe da minha amiga fechou a cara e pensei: “fodeu, esse louco vai me matar”.
Doce engano! O cara arrancou a minha roupa e caiu de boca no meu pau, parecia um bezerro faminto! E eu gemia alto, que nem louco.
Nossa! Que viagem! O safado me pegou pelos cabelos e disse ao meu ouvido:
– É pica que você quer? É pica que eu vou te dar! – E foi me levando até aquele cacete.
Chupei aquele pau cabeçudo, lambi o saco e o puto delirava. E quando ele voltou a me banhar com a língua, foi direto no meu cuzinho... Porra, beijo grego é de matar qualquer um! Depois que ele deixou meu rabo bem molhadinho, catou a camisinha e sentou vara no meu cu. Fodeu-me de tudo quanto é jeito.
O coroa me colocou na ponta da cama, me pegou de frango assado – sussurrando que “gostava de gozar assim”. Ele entrava e saía do meu cu, me deixando ardidinho. Ele me beijava e me chamava de puto safado!
O cheiro de suor no quarto era intenso, odor de sexo. Gozei horrores e para me deixar mais satisfeito, “Fulano de tal”, encheu a minha boca de leite de macho! Engoli tudo e fiquei passando a língua na cabeça – como se estivesse fazendo hora com um pirulito.
Fomos para um banho quente, tomamos uma cerveja, conversamos, fumamos e depois ele me levou para casa.  Mantivemos um caso de quase dois anos, entretanto, teve uma hora quem enjoou e cada qual seguiu um caminho diferente. Com o tempo, contei ao Poderoso Chefão que uma amiga trabalhava com ele. Porém, já estou no último ano de faculdade e Indiara nem imagina o quanto eu fodi com o chefe dela.

Imagem by Nerone Prandi.

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